A flauta é instrumento musical de sopro da família das madeiras formado por um tubo oco com orifícios. É um aerofone que, a partir do fluxo de ar dirigido a uma aresta que vibra com a passagem do ar, emite som.Bastante antigo, a execução de tal instrumento consiste no ato de soprar o interior do tubo ao mesmo tempo em que se tapam e/ou destapam os orifícios com os dedos. De acordo com o sistema de classificação de instrumentos de Hornbostel-Sachs a flauta é classificada como um instrumentos de sopro. A pessoa que toca flauta é chamada de flautista.Além da voz, as flautas são conhecidas por serem os primeiros instrumentos musicais. Existem flautas conhecidas datadas de 40.000 a 35.000 anos atrás, que foram encontradas na região dos Alpes Suábios (Alemanha). Essas flautas demonstram uma tradição musical que se desenvolvia desde os primórdios da presença humana moderna na Europa.Aristóteles fez a seguinte declaração sobre o instrumento: "Nós escutamos uma canção na flauta com mais prazer do que na lira, pois o canto da voz humana e a flauta se misturam bem por causa da suas correspondência e simpatia, um e o outro se animam pelo vento!"
A Evolução da Flauta
A flauta é dos instrumentos de sopro mais antigos e um dos primeiros instrumentos musicais inventado pelo homem.
Os historiadores da antiguidade atribuíam suas origens à obra do acaso ou a personagens da mitologia. A ciência, porém, calcula que tenha surgido há mais de 20.000 anos, a julgar pela análise de alguns exemplares encontrados, feitos de osso.
Provalvelmente, a flauta foi inventada, paralelamente, por povos distantes, sem nenhum contato entre si, podendo ser comprovado através das flautas de bambu ou de argila achadas no Peru, de formas e de sonoridades semelhantes às utilizadas pelos Gregos e Egípicios.
Uma das versões mais aceitadas sobre a sua origem é a de que o homem primitivo, quando vagava pelos bosques na ânsia de imitar os sons dos pássaros, teria aprendido a assobiar. Posteriormente, ouvindo o som produzido pelo vento nos canaviais, tomou um pedaço de cana e levando-o aos lábios conseguiu emitir sons semelhantes ao assobio, porém mais fortes.
A partir dessa descoberta, o homem aperfeiçou a flauta de bambu, modificando não só as suas formas, mas também a qualidade dos materiais empregados na sua construção. Até a primeira metada do século XVII, as flautas não possuiam nenhum mecanismo. Eram providas apenas de orifícios, e supõe-se que a primeira chave (Ré#) tenha surgido por volta de 1660.
Hoje é difícil acreditar que as grandes obras da literatura clássica do instrumento, como as sonatas de Bach, de Haendel e os concertos de Vivaldi, entre outros, pudessem ter sido executadas com flautas tão simples.
Até principios do século XIX, verificam-se poucos progressos. As flautas continuavam com pouca sonoridade e com muitos problemas de afinação, apesar de novas chaves terem sido acrescentadas ao seu mecanismo. Somente por volta de 1840, ela tornou-se, realmente, um instrumento quase perfeito, semelhante ao utilizado hoje em dia, graças a um sistema revolucionário inventado por Theobald Boehm, flautista, compositor e fabricante de flautas.
Esse novo mecanismo, conhecido como "sistema Boehm", aumentou a extensão da flauta, facilitou o dedilhado, permitindo a execução de obras de virtuosidade até então impraticáveis com as flautas antigas.
Foi Louis Lot célebre fabricante de flautas, da "Maison Lot" de Paris, que a tornou o instrumento definitivo. Construiu-as como uma liga especial de prata, enriquecendo sobremaneira a qualidade sonora do instrumento. Foram as mais perfeitas fabricadas na Europa, servindo, posteriormente, de modelo para as flautas americanas e japonesas, tão requisitadas atualmente.
Entusiasmados com os novos progressos alcançados e com o crescente interesse pelo instrumento, os compositores começaram a escrever, explorando o novo caráter virtuosístico da flauta. Foi o período áureo dos grandes solos de concerto, das árias de bravura e dos temas com variações, quando se destacaram os grandes flautistas e compositores Toulou, Demerssemann, Briccialdi, Doppler, e o próprio Boehm.
Hoje em dia, existe uma infinidade de artesãos espalhados pelo mundo, dedicando-se, exclusivamente, a fabricas bocais, os quais os quais podem ser adaptados em qualquer flauta. O brasileiro Luis Carlos Tudrey é um desses especialistas, cujo trabalho vem sendo reconhecido internacionalmente.
Graças aos progressos mecânicos e sobretudo a uma vasta discografia produzida por grandes intérpretes da música clássica e popular, a flauta conquistou uma grande popularidade no mundo inteiro.
Para completar ainda mais os progressos do instrumento, os fabricantes dedicam-se, agora, a aumentar a extensão dos sons graves, tendo surgido as flautas baixo e contra-baixo em várias tonalidades.
Os historiadores da antiguidade atribuíam suas origens à obra do acaso ou a personagens da mitologia. A ciência, porém, calcula que tenha surgido há mais de 20.000 anos, a julgar pela análise de alguns exemplares encontrados, feitos de osso.
Provalvelmente, a flauta foi inventada, paralelamente, por povos distantes, sem nenhum contato entre si, podendo ser comprovado através das flautas de bambu ou de argila achadas no Peru, de formas e de sonoridades semelhantes às utilizadas pelos Gregos e Egípicios.
Uma das versões mais aceitadas sobre a sua origem é a de que o homem primitivo, quando vagava pelos bosques na ânsia de imitar os sons dos pássaros, teria aprendido a assobiar. Posteriormente, ouvindo o som produzido pelo vento nos canaviais, tomou um pedaço de cana e levando-o aos lábios conseguiu emitir sons semelhantes ao assobio, porém mais fortes.
A partir dessa descoberta, o homem aperfeiçou a flauta de bambu, modificando não só as suas formas, mas também a qualidade dos materiais empregados na sua construção. Até a primeira metada do século XVII, as flautas não possuiam nenhum mecanismo. Eram providas apenas de orifícios, e supõe-se que a primeira chave (Ré#) tenha surgido por volta de 1660.
Hoje é difícil acreditar que as grandes obras da literatura clássica do instrumento, como as sonatas de Bach, de Haendel e os concertos de Vivaldi, entre outros, pudessem ter sido executadas com flautas tão simples.
Até principios do século XIX, verificam-se poucos progressos. As flautas continuavam com pouca sonoridade e com muitos problemas de afinação, apesar de novas chaves terem sido acrescentadas ao seu mecanismo. Somente por volta de 1840, ela tornou-se, realmente, um instrumento quase perfeito, semelhante ao utilizado hoje em dia, graças a um sistema revolucionário inventado por Theobald Boehm, flautista, compositor e fabricante de flautas.
Esse novo mecanismo, conhecido como "sistema Boehm", aumentou a extensão da flauta, facilitou o dedilhado, permitindo a execução de obras de virtuosidade até então impraticáveis com as flautas antigas.
Foi Louis Lot célebre fabricante de flautas, da "Maison Lot" de Paris, que a tornou o instrumento definitivo. Construiu-as como uma liga especial de prata, enriquecendo sobremaneira a qualidade sonora do instrumento. Foram as mais perfeitas fabricadas na Europa, servindo, posteriormente, de modelo para as flautas americanas e japonesas, tão requisitadas atualmente.
Entusiasmados com os novos progressos alcançados e com o crescente interesse pelo instrumento, os compositores começaram a escrever, explorando o novo caráter virtuosístico da flauta. Foi o período áureo dos grandes solos de concerto, das árias de bravura e dos temas com variações, quando se destacaram os grandes flautistas e compositores Toulou, Demerssemann, Briccialdi, Doppler, e o próprio Boehm.
Hoje em dia, existe uma infinidade de artesãos espalhados pelo mundo, dedicando-se, exclusivamente, a fabricas bocais, os quais os quais podem ser adaptados em qualquer flauta. O brasileiro Luis Carlos Tudrey é um desses especialistas, cujo trabalho vem sendo reconhecido internacionalmente.
Graças aos progressos mecânicos e sobretudo a uma vasta discografia produzida por grandes intérpretes da música clássica e popular, a flauta conquistou uma grande popularidade no mundo inteiro.
Para completar ainda mais os progressos do instrumento, os fabricantes dedicam-se, agora, a aumentar a extensão dos sons graves, tendo surgido as flautas baixo e contra-baixo em várias tonalidades.
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